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Bones

Com Spoilers, muitos spoilers.

Ano passado passei 2 meses praticamente sem poder me mexer em função de uma cirurgia. Um dia eu conto detalhes.  Fiquei desesperada porque não podia usar o PC, que é onde vejo meus seriados. Comentei com um amigo e ele me deu as 2 primeiras temporadas de Bones. Não gosto de “procedurais”. Respeito quem gosta mas nunca se encaixou no meu conceito de diversão. Pensei muito antes de abrir e ver. Então li o post-it: “vê, que vc vai entender.“

Já havia visto uns 2 epis sendo que um deles era the baby in the bough (do icônico dancing phalanges). Adorei. Em mais ou menos 1 mês vi a série completa até a 4ª temporada. E depois que comecei a movimentar os braços baixei a 5ª e atual temporada .

1ª temporada: é difícil uma série ser legal já na 1ª temporada e Bones consegue ser. Gostei dos personagens. Gosto muito da Emily Deschanel. Sua personagem é difícil: chata, antipática, arrogante e ainda assim a gente consegue ver uma vulnerabilidade que às vezes beira a inocência. Ponto pra ela.  A mistura entre pessoal e profissional dá um nonsense muito doido. Diálogos bem construídos e a galera de Humanas sendo retratada de forma bem louca.

2ª temporada: pra mim é a melhor até agora. A única coisa que não gostei foi do epi final, ao contrário da 1ª temporada, achei bobo demais;

3ª temporada: prejudicada pela greve dos roteiristas e por desenvolver um argumento estranhíssimo. Ainda que eu entenda que o Zack seja muito parecido com a Brennan não entendi o porquê de detonarem o personagem de uma maneira tão confusa. Zack aquele que “foi sem nunca ter sido”. No futuro eles vão resolver isso? Espero;

4ª temporada: a 2ª melhor. A única exceção é o epi the critic and the cabernet (S04E25) o pior de toda a história do seriado (como a Brennan decide ter um filho num jogo idiota e até infantil segundo ela mesma? Péssimo!). Em compensação, a temporada tem o melhor epi da história da série (MHO) que é The con man in the meth lab (S04E09). Equilíbrio perfeito entre o caso investigado e a vida pessoal da Brennan e do Booth. Início do rodízio dos estagiários. Alás pra mim já deu, achei que na 5ª iriam escolher um, mas que nada;

5ª temporada: volto a falar depois que terminar. Temporada mais focada na capacidade da Brennan de se envolver emocionalmente. Seja com os amigos seja com os casos. Tava na hora.

Melhores cenas: sempre no Bonesmóvel. Eles sempre dão uma perspectiva pessoal aos casos. Legal.

Melhor roterista: Karine Rosenthal. Que escreveu os epis citados acima (dancing phalanges e the com man in the meth lab). Na 5ª temporada escreveu the plain in the prodigy (S05E03-lindo) e saiu em licença maternidade. Só deve voltar na 6ª temporada.

Meus coadjuvantes preferidos: Caroline Julian (Patricia Belcher), Gordon Gordon (Stephen Fry – se o mundo fosse justo e perfeito, ele seria o analista dos doidinhos e não o mala do Sweets. Não volta mais nessa temp. porque está terminando de escrever sua autobiografia), Max Keenan (Ryan O Neal), Agente Perotta (Marisa Coughlan – não voltou na 5ª temp porque teve bebê em maio de 2009), Noel Liftin ( Scoot Mc Nairy – quero ele de volta!) e o técnico forense Marcus Geier (David Greenman).

Livros X seriado: a Simone explicou diretinho nesse post aqui

Livros da Bones citados na série:

  • Bred to the bone/piloto
  • Cross bones/ S01E22
  • Red tape, white bones /S02E15
  • Bone of contention /S05E15

Curiosidades:

Quem indicou David Boreanaz pro papel em Bones foi Dana Walden top executiva da Fox.

Já Emily Deschanel foi indicada por Jerry Bruckheimer. Ela é filha de Caleb Deschanel que fez a fotografia de Apocalipse now e A paixão de Mel Gibson dentre outros filmes. Ele dirigiu epi de Bones (S02E20).

Os atores escrevem bilhetinhos e devolvem aos roteiristas dizendo se gostaram ou não das histórias.

Em média Emily Deschanel e David Boreanaz trabalham 14 horas por dia durante as filmagens.

O Diner já foi usado em NYPD Blue (Nova Iorque contra o crime).

Donna Klein é quem faz os desenhos da Angela.

Existem cerca de 10 Angelators nos Estados Unidos. De verdade.

Emily Deschanel já se machucou algumas vezes. Entorse descendo do carro depois de tomar umas margaritas com David. No epi do circo (S04E12) machucou o olho (brincando com um colar atingiu o próprio olho) o que foi incluído na história. Ano passado quebrou um dedo do pé ao sair de uma banheira, uma semana antes de começarem as filmagens.

Especula-se que eles ganhem em média entre 100/200 mil dólares por episódio. Sendo que o David Boreanaz ganha mais do que o da Emily Deschanel em função de ele já ter feito uma série de sucesso: Angel.

O que vem por aí

100º epi. Take do próximo epi em que a Brennan fala: transamos sempre que temos oportunidade. Tomara que o standards & practices deixe passar o diálogo completo. Rá

Um novo “interesse” na vida do Booth: uma bióloga marinha. A atriz será Rena Sofer.

O julgamento do Grave Digger.

Fatos

Bones já foi renovada pra 6ª temporada.

Hart Hanson tá produzindo um novo seriado: “pleading guilty”. Minha intuição não gosta muito disso. Quer dizer: tenho medo, isso nunca dá certo.

Boatos

Na próxima temporada vai ser explorado o fato de Brennan ser diagnosticada com a síndrome de Asperger. Hart Hanson disse recentemente que desde o início isso já estava planejado. Parece que ele fez uma homenagem a um amigo portador da síndrome. Muito antes disso, no IMDb, as pessoas já discutiam sobre isso.

A família de Booth vai ter destaque na história. Será que o pai e a mãe vão aparecer?

Rebecca vai morrer e Booth vai pedir a Brennan para ser a mãe adotiva (legal) do menino.

Vão trabalhar disfarçados de casal em Paris (agora vai!).

Com informações do YouTube, Twitter e comentários dos dvds lançados no Brasil.

Alguns links legais

Entrevista BBC Radio1 com David Boreanaz com spoilers desta temporada. [Ele diz “o Booth não chora”. Aliás, amo The Killers!]

Parte 1

http://www.youtube.com/watch?v=N3P-zQwY4Us&feature=channel

Parte 2:

http://www.youtube.com/watch?v=yvnmtkd7U1Q&feature=related

Entrevista revista Parade com Emily Deschanel

[“Minha vingança é às vezes parecer uma mendiga”]:

http://www.parade.com/celebrity/celebrity-parade/2010/0204-emily-deschanel-bones.html

Desenhos Toon Series:

http://toonseries.blogspot.com/search/label/Bones

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Oscar 2010

Gente, esse Oscar foi um dos mais monótonos e desinteressantes de todos. Como se isso não bastasse, a cafonice reinou no tapete vermelho. Eu gostei de alguns looks mas definitivamente nenhum iria pro meu armário (*sonhando).

1.  A atriz de Castle. É uma mistura de cobra ou escama de peixe com a cor mais monótona de todas: branco. Modelagem criou uma barriga que ela não tem.

2. Julianne Moore de vestido de papel nacarado de festa de criança. Pode ter sido caríssimo mas tem uma aparência de barato e vulgar.

3. Salma Hayek com um vestido com um bode na frente. Sei lá, viu, quis criar tendência?

4. Jennifer Hudson adorei a cor mas parece que ela manda sempre tingir o mesmo vestido, ja vi a coitada com um do mesmo estilo… branco.

5. Atriz de Mad men. Horrível tudo: cor, modelagem…

6.  Zoe Saldana levou alguém escondido debaixo daquele vestido. Só pode! Parece pinata de festa mexicana.

7. Molly  Ringwald, a Garota de rosa shocking. Deu a louca e foi de Cleóprata. Destaque pro cabelo supercafona e acessórios combinandinho. Afff

8. Vanessa Hudgens no glamour paraguaio ou seja, totalmente fake.

1. Atriz de Amor sem escalas. Modelo lindíssimo, a cor é que poderia ser um  pouco mais forte. Tava meio morto na pele dela.

2. Kristen Crepúsculo Stewart. Só glamour num tom de marinho. Só eu acho a garota meio agressiva?

3. Mariska Hargitay. Vestido perfeito no corpo dela.

4. Sarah Jessica Parker fugiu do tradicional e se destacou. Gostei muito, até do exagero no cabelo. Sarita mandou bem como (quase) sempre. Oscar é pra chamar atenção e a maioria de nude?  Tava tudo “mono” demais pra mim.

4. Kathryn Bigelow tá aqui porque foi a 1a mulher a ganhar um Oscar e em cima do ex. Não tem preço.

Parabéns pra todas nós que apesar de toda modernidade ainda temos que lavar cuecas. Feliz Dia Internacional da Mulher 😉

Fotos: hitfix.com exceto da SJP que é  huffingtonpost.com

Madonna no Rio, na Sapucaí…

Eu não sei bem explicar o porquê mas brasileiro tem mesmo complexo de inferioridade. A maioria dos comentários nos blogs de notícias é que a Madonna tá por baixo pra vir pra essas bandas e ainda passar o Carnaval.

Ela veio simplesmente porque o Brasil tá muito bem lá fora. Principalmente no que diz respeito à economia. Ou alguém acha que ele veio aqui por alguma outra concidência cármica? Juntou a fome (receber doações pra sua ONG) com a vontade de comer (se divertir um pouco com Jesus) e aí fiat lux (safado esses trocadilhos, eu sei).

E ficou soltinha. Foi até na Lapa. Faz parte. Fatos que mais me chamaram a atenção nisso tudo: nem o cabelo da Madonna resistiu aos 50C que tem feito por aqui. E o guardacostas dela (sim, o careca israelense) que aloprou depois que a patroa foi embora. Veja aqui

Até a próxima, Maddie!

500 dias com ela, o filme

“O filme a seguir é uma história de ficção. Qualquer semelhança com pessoas vivas ou mortas é mera coincidência. Especialmente você Jenny Beckman. Vaca.”

[Com spoiler]

Tanto tempo sem escrever nada aqui, então resolvi falar sobre um dos filmes que mais gostei no ano passado. Aqui ele foi exibido no Festival do Rio (no meio do ano passado), mas eu perdi e só fui assistir no circuito no final do ano.

Quando vi o trailer, não gostei muito e até falei que não ia ver. Não gosto de comédia e pior ainda a romântica. Acabei recebendo um outro trailer por email e resolvi arriscar.

“Só quero deixar claro, logo de cara, não estou procurando nada sério… sem pressões, sem rótulos, sem obrigações”

Eu sou uma dessas pessoas que, à primeira vista, pode ser considerada meio fria e até insensível. Sou apenas prática. Eu realmente não acredito nessa balela que tentam vender pra gente em filmes e contos de fadas. Todo relacionamento dá trabalho. E relacionamento homem/mulher (no meu caso) dá mais trabalho ainda.

“Relacionamentos são complicados, as pessoas se machucam. Somos jovens…vamos nos divertir o máximo possível”

Uma das coisas mais legais do filme é acompanhar, sem ser de forma cronológica, todo o desenvolvimento de um relacionamento: dos primeiros momentos da sedução até o desgaste da rotina. Isso faz com que qualquer pessoa seja capaz de se identificar com alguns deles. Ainda que o filme, espertamente, seja todo pela ótica masculina (ninguém aguenta mais ver mulher chorando por causa de pé na bunda, nem as próprias mulheres). Sem me aprofundar nos aspectos técnicos, o roteiro, a edição e a trilha são muito gostosos. É um filme leve sem ser superficial ou tratar o espectador como imbecil. Chega a ser tragicômico, às vezes (e até aí) você se identifica com ele.

Alguns amigos me falaram que a parte que gostaram mais foi a do desabafo no banco. Claro, a maioria das pessoas não tem essa oportunidade. A maior lição do filme talvez seja essa: tendo chance, dê uma oportunidade pra que aconteça um fechamento. A maioria das pessoas não se dá conta disso e vai arrastando as coisas erradas de um relacionamento pro outro.

“Preciso saber se amanhã que você não vai acordar amanhã e mudar de ideia” “Eu não posso garantir isso… ninguém pode.”

Outro ponto legal do filme é dizer que não existe receita pra ser feliz. Ao contrário do que os livros de autoajuda e as revistas “femininas” dizem por aí. Você sai do filme se sentindo parte daquela história. Ah e nesse caso, o conhecimento realmente liberta. Adorei!

Sex e minhas amigas

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Ontem estreou Sex and the city na HBO e, como o sinal tava aberto, eu revi. Fui uma das que torciam pra que o filme desse certo. Mas esse texto não é sobre o filme ou sobre a importância de Sex pra a moda (por favor, né?!).

Pra mim, Sex foi muito mais um seriado sobre amizade do que qualquer outra coisa. Quando amamos mesmo os amigos, aprendemos a respeitar suas opiniões e pontos de vistas diferentes ou até opostos aos nossos. E o mais importante é entender que essa diferença é muito importante pra tornar muito mais enriquecedora nossa vida. Ter amigos que têm criação, cor, religião, enfim ,vidas diferentes das nossas é uma das coisas mais importantes e que me definem como a pessoa que eu sou.

Minha homenagem à Miranda da minha vida que uma vez disse “engole esse choro, você sabia como ele era”. Ou quando eu viajei em plena ressaca do 11/9, disse “qualquer coisa a gente te tira de lá em 24h”. Na verdade, ela é uma mistura de Miranda com Jack Bauer. Ana é você!

A Charlotte é a Li que, aos poucos, tá percebendo que os preconceitos e receitinhas de vida só servem pra atrapalhar tudo. E o Walmor continua um amoorrrrr. KKKK.

Ela não é a Samantha, mas abriu a maior discussão, dizendo bem alto no trabalho que, mulher que fala sobre sexo é mal vista e deve fazer cara de idiota quando o assunto trata de experiências ou posições. E ficou todo mundo caladinho e com cara de poste. Sim, Cris. É contigo mesmo!!

A Dê é hors-concours. É uma mistura de todas as alternativas aí de cima. Nem preciso dizer mais nada. Quero ser você quando crescer. Per-fei-ta.

Ah e elas dizem que eu sou a Carrie, sendo que o meu Big durou só quatro anos…

Emmy 2009

Assustada. Muito assustada foi  como fiquei quando vi astros e estrelas num dos piores red carpets da história. Teve de tudo: homenagem a Obama, pseudo escultura grega, cabelo trançadinho de lado. Tudo exibido de uma forma extrememente cafona ou excessiva ou, por outro lado muito, mas muito sem graça mesmo. Pra poupar o meu tempos e das outras 2 pessoas que vão ler isto, o resumo:

Sarah Silverman e o tradicional vestido-cortina que sempre é a aposta de uma cafona desavisada. Decepção-mor foram as meninas de Gossip Girl. Um de vestido branco uó e a outra com um vermelho sem-vergonha que a envelheceu e deixou barriguda. Nem o carinha de 2 & 1/2 men escapou. Sobre a figura com o vestido fucsia com as flores laterais, a imagem fala por si só.

imagens: yahoo.com

imagens: yahoo.com

Eu gostei das roupas da Drew Barrymore que estava bela num vestido de Monique Lhuillier e a atriz de Damages, Rose Byrne de Valentino vintage. Ambas mais ou menos na mesma vibe. Nada de muito diferente ou ousado, mas em virtude dos estrupícios vistos, realmente se destacaram:

imagens: yahoo.com

imagens: yahoo.com

Civilidade

É incrível o quanto que as pessoas reclamam da falta de educação dos outros, mas se esquecem da educação delas mesmas.
Até quando vamos precisar de guardas de trânsito e multas para entendermos que não é permitido estacionar em lugar proibido (dã)??
É até chato notar que, nós brasileiros, achamos que o que não está escrito não é lei e não precisamos adotar como regra de “cordialidade”.
Não tem lei que diga que você deve segurar a porta para alguém cheio de compras, com um bebê, uma pessoa idosa ou qualquer outro ser humano.
Não tem lei que te obrigue a dar bom dia, boa tarde ou boa noite.
Civilidade, como diz o Aurélio, é uma questão de respeito mútuo e consideração. Enquanto a maioria não tiver isso encutido dentro de si, não vai haver lei que resolva falta de educação.

Sobre o Twitter

Se você é um daqueles que acha que o Twitter é para escrever o que está fazendo, você está desatualizado. Twitter é uma importante ferramenta de comunicação. Ele é a primeira ferramenta que realmente converge mídias. Não me lembro de outra. Depende apenas de acessar o site uma vez pra cadastro e depois se pode usar via computador ou celular. Deve ser por isso que é tão difícil bloquear seu uso. No Irã, a internet foi bloqueada, mas como ele pode ser acessado via celular, o bloqueio não deu em nada.

Eu uso uma extensão do Firefox: Twitterfox. Nele já existe a possibilidade de Retweet. Traduzindo: retweet é quando você repassa uma mensagem que não é sua mantendo os créditos do autor. É só clicar na mensagem com o botão direito do mouse. Ele é como o [encaminhar] do email.

Outro ponto interessante sobre as mensagens é poder usar a [Direct message] que é a mensagem privada. Quando você manda DM, só a pessoa pra qual você envia a mensagem é que tem acesso a ela. Mas atenção: a mensagem privada só permitida quando as duas pessoas (remetente e destinatário) se seguem. Quando manda uma mensagem sem ser DM, TODOS os que tiverem te seguindo vão ver.

Outro detalhe legal do Twitterfox é o link do lado esquerdo (que é uma correntinha). Você clica nele e a página na qual você está é incluída num “post” do Twitter.

Importante: diferenças entre bloquear [block] e remover [remove]. Quando você bloqueia significa que você não segue nem permite que a pessoa te siga. Quando você apenas remove a pessoa, você não a segue mais. Ela ainda pode te seguir. Acho válido bloquear principalmente os spammers. Ah, e o seguidor não será notificado quando for bloqueado. A medida que você for usando (como qualquer outra ferramenta), você vai se familiarizando para usar de uma maneira mais útil de acordo com seus objetivos.

Amy, este post eu dedico a você que me apresentou o Twitter.

Alguns guias importantes sobre o Twitter:

Guia da MariMoon

http://mtv.uol.com.br/marimoon/blog/blog-da-marimoon-tutorial-completo-sobre-o-twitter

20 maneiras de usar Twitter via celular [em inglês]:

http://www.simplehelp.net/2008/04/16/20-ways-to-use-twitter-on-your-cell-phone-or-mobile-internet-device/

Entendendo os Trend Topics:

http://www.whatthetrend.com/

Aprofundando o conhecimento:

http://www.samshiraishi.com/dois-mapas-uteis-do-twitter/

Explicação

Depois de mais de um mês, volto.

Não foi preguiça, viagem ou trabalho (infelizmente). Fiz uma cirugia. Retirada de nódulos. Essa é terceira vez que passo por uma cirurgia como essa. Foi a primeira vez que “balancei”. Mas a força de todos os que convivem comigo, me mostrou que sou uma pessoa querida e isso foi muito importante. Percebi que o mais importante é bancar o bambu que enverga mas não quebra…

A todos os amigos, o meu carinho e a todas as pessoas que se preocuparam comigo e me envolveram em orações e pensamentos positivos, o meu beijo e acima de tudo a minha imensa gratidão!!

“A luta continua.”

Michael Jackson morreu

da internet

da internet

Michael Jackson foi um cara que mexia literalmente com as massas. Para o bem ou para o mal.

Eu o vi pessoalmente quando ele pousou de helicótero aqui no Rio numa instituição militar onde eu trabalhava.                                                                        Um dia antes avisaram que ele desceria lá. Eu não acreditei. No dia seguinte, trabalhei normalmente. Perto do almoço começaram a pipocar fofocas da chegada dele. De uma hora pra outra se formou uma multidão na entrada principal com as pessoas, inclusive da imprensa, forçando a entrada nos portões. Pra gente que tava do lado de dentro, foi apavorante. Chamaram a polícia e os próprios militares tentaram isolar o local.

Lá pelas tantas, avisaram que podíamos ver o cara de perto. Como eu trabalhava com uma guria que era anã, decidi fazer companhia a ela e não chegar perto da óbvia confusão que se formou na hora da chegada dele. Rolou de tudo: choro, empurrão, cotovelada, gritos. Detalhe: só as pessoas que trabalhavam no prédio é que estavam lá dentro, não tinha ninguém de fora.                                                                                                                                               Nós não conseguimos ver nada e decidimos voltar pra nossa sala pelo lado externo (naquela época ainda existia o corredor interno no prédio, perto da sala de exposição). Um pouco antes de chegar na entrada, um carro preto parou e abriu a porta. Nós estávamos de costas e quando viramos, demos de cara com ele, sentado dentro do carro. Eu sinceramente esperava tudo, menos aquilo. Ele deve ter pensado que, de costas, a guria era uma criança. Ele estendeu um braço pra ela que tava atrás de mim e mais perto dele. Ela se assustou e deu um passo pra trás. Ele então deu tchau. Alguém falou algo dentro do carro, fechou a porta e foram todos embora. Ficamos em estado de choque por vê-lo de tão perto. O que mais me chamou atenção foram as mãos dele,  maquiadas num tom de rosa tipo cor de recém nascido. Tudo foi muito rápido, talvez nem 1 minuto. Eu nunca mais vou esquecer.

Hoje li num jornal que Michael Jackson não soube lidar com o mundo real. E é isso que eu penso também. A genialidade dele tava no ritmo, nos passos de dança que inventou, mas nada disso deu a ele o direito de ser feliz e realizado na vida.