…but life is just a lot of loose ends
so smile…

Depois do epi da volta do Pops, decidi que ia relaxar.
Resolvi que as pontas soltas não iriam me fazer “discurtir” o meu seriado favorito. E foram muitas pontas soltas:

1. a falta de respeito da Fox em divulgar quantos epis a temporada teria e quando eles seriam exibidos;
2. a mudança, mais uma vez, de dia e horário na programação (péssima por sinal);
3. promos e sneak peeks que revelam demais;
4. o cabelo da Emily Deschanel nos epis (cada dia ele tá de um jeito e sim, isso também me irrita);
5. a falta de cuidado na edição das cenas em que a bebê aparece;
6. O relacionamento B&B que no início estava meio esquisito;
E outras coisinhas, mas vamos falar das coisas boas…

Melhor cena da temporada: o nascimento da baby Bones.

De início eu olhei de lado pro Pelant. O melhor vilão de Bones, na minha opinião, foi o Eppes. Gravedigger chegou em segundo lugar. O Broadsky eu nem respeito.  Agora o Pelant…
O final foi totalmente diferente do que eu esperava. E eu adorei.
Escrito pela minha roteirista favorita, Carla Kettner, a season finale deixou tudo em aberto. E me deixou muito intrigada e com muitas expectativas e dúvidas pra próxima temporada. Como a Brennan escritora e antropóloga reconhecida mundialmente vai conseguir se esconder com um bebê? Como ela vai lidar com a vida sem o Booth e a Angela por perto? Como será sua vida de fugitiva? Como ela e o Booth vão se comunicar durante esse período? Detesto especular, mas e se o Pelant fizer um dos dois acreditar que o outro morreu?

Os casos deixaram muito a desejar nesta temporada. E eu não me lembro de nenhum que tenha sido relevante a ponto de ter destaque aqui.
Mas como bem disse Caroline Julian:

As long as the Jeffersonian stays in the game, the good guys live to fight another day

São muitas as possibilidades que podem ser exploradas e que podem fazer da 8ª temporada uma das melhores na história de Bones.

E eu estou animadíssima com tudo isso!!