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Ontem estreou Sex and the city na HBO e, como o sinal tava aberto, eu revi. Fui uma das que torciam pra que o filme desse certo. Mas esse texto não é sobre o filme ou sobre a importância de Sex pra a moda (por favor, né?!).

Pra mim, Sex foi muito mais um seriado sobre amizade do que qualquer outra coisa. Quando amamos mesmo os amigos, aprendemos a respeitar suas opiniões e pontos de vistas diferentes ou até opostos aos nossos. E o mais importante é entender que essa diferença é muito importante pra tornar muito mais enriquecedora nossa vida. Ter amigos que têm criação, cor, religião, enfim ,vidas diferentes das nossas é uma das coisas mais importantes e que me definem como a pessoa que eu sou.

Minha homenagem à Miranda da minha vida que uma vez disse “engole esse choro, você sabia como ele era”. Ou quando eu viajei em plena ressaca do 11/9, disse “qualquer coisa a gente te tira de lá em 24h”. Na verdade, ela é uma mistura de Miranda com Jack Bauer. Ana é você!

A Charlotte é a Li que, aos poucos, tá percebendo que os preconceitos e receitinhas de vida só servem pra atrapalhar tudo. E o Walmor continua um amoorrrrr. KKKK.

Ela não é a Samantha, mas abriu a maior discussão, dizendo bem alto no trabalho que, mulher que fala sobre sexo é mal vista e deve fazer cara de idiota quando o assunto trata de experiências ou posições. E ficou todo mundo caladinho e com cara de poste. Sim, Cris. É contigo mesmo!!

A Dê é hors-concours. É uma mistura de todas as alternativas aí de cima. Nem preciso dizer mais nada. Quero ser você quando crescer. Per-fei-ta.

Ah e elas dizem que eu sou a Carrie, sendo que o meu Big durou só quatro anos…

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