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Bones 8a temporada

Depois do término eletrizante da 7ª temporada, eu só posso de dizer que esta temporada foi muito, mas muito decepcionante mesmo.
Ela me fez perceber que Bones não é mais escrita ou direcionada para os verdadeiros fãs da série. A 8ª temporada de Bones foi escrita sob medida para aqueles fãs que só veem apenas a meia hora final. E, ao que parece, todos na série estão muito felizes com este tipo de audiência. Não acho errado, afinal TODA audiência é importante, independente de ser uma audiência qualificada ou não. Mas mostrar um carinho pelos fãs antigos não custa nada ou… quase nada.
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Não podemos dizer que Bones prima pela continuidade, mas que pra alguns aspectos só a audiência antiga está atenta. Ex: as cicatrizes do Sweets. O cara aparece sem elas e recebemos a desculpa que eles não sabiam que a ausência delas seriam notadas? E por quê? Porque a nova audiência de Bones não se detém a este tipo de detalhe, então pra que se perder tempo com isso?
Não sou contra os coadjuvantes terem destaque, mas por favor, façam histórias que possamos nos envolver minimamente com elas.
A plot da Angela foi muito mal escrita bem como o novo casal Cam e Arastoo. Ainda não entendi se eles queriam se desfazer da personagem da Michaela (e desistiram no meio do caminho) ou não tiveram paciência para desenvolver o plano original deles. A personagem caiu num limbo perdida entre ações confusas em que mais de metade da temporada se tinha a nítida impressão que, a qualquer momento, ela pularia do barco. Quanto ao relacionamento Cam e Arastoo, sei lá, não o desenvolveram o suficiente pra que eu torcesse por eles. Tudo foi simples demais além de artificial, mecânico até. Não me convenceu. Senti muito pelos atores. Os coadjuvantes continuam sendo mal aproveitados.

Outros pontos que deveriam ser explorados e que eu, até o último momento, achei que mereciam ter um mínimo de discussão na série.

1. Angela e Hodgins perdem grande parte da fortuna e fica por isso mesmo? Em nenhum momento o casal se questionou sobre o futuro, por exemplo? Na época achei que isso merecia uma atenção dos roteiristas, infelizmente não aconteceu.

2. Brennan passa por uma experiência de quase morte e nos epis seguintes ao fato ninguém faz menção ao ocorrido?…

3. Christine começou a temporada fofamente falando ‘dada’ e depois a língua travou e não falou mais nada. Foi o trauma da fuga?

4. Por que nunca tivemos um episódio duplo em Bones? O epi de abertura poderia ser dividido em 2 partes ainda mais com uma temporada em que se sabia que ia ter epis extras. Não entendo.

Brennan foi a personagem que mais sofreu na temporada por conta dos novos roteiristas não sabem o que fazer com ela. De fato ela serviu pra quase tudo na série: alguém tem que aprender uma lição? Brennan. Alívio cômico exagerado? Brennan. E pior: acharam que colocar a personagem pra chorar seria sinônimo de seu desenvolvimento emocional. Big fail.

E a trapalhada com a confusão do epi 150? Mais uma judiação com os fãs, a gente só queria comemorar!…

Aliás, se se pode apontar um culpado pra uma temporada tão sofrível que se culpem os roteiristas. Desculpe, não confio nesta nova leva. E desde que a Carla Kettner saiu do time, percebe-se nitidamente a queda de padrão principalmente dos casos e na insistência em fazer de Bones uma comédia. Bones fazia lindamente uma mescla de drama e comédia (atentem para o uso do verbo no passado).

Fiz um esforço enorme pra gostar de the shot in the dark, mas também não consegui, talvez porque eu mesma tenha criado uma expectativa “the doctor in the photo” (se é que vocês me entendem). Gostei de alguns aspectos, mas na contagem geral, o melhor epi foi mesmo o 806 (the patriot).

E o epi da mãe do Booth? Mais um exemplo de como os roteiristas não souberam desenvolver uma história pros fãs fiéis da série. “Filho, eu te abandonei porque sabia que você era forte o suficiente pra aguentar, eu infelizmente não aguentei aquilo” Oi?

Dois pontos valem o destaque ainda que tímidos nesta temporada: a escolha das músicas (continuam ótimas!) e o episódio sobre os veteranos (the patriot in purgatory 806). Todo o caso do veterano foi muito bem desenvolvido e mostrando com uma linda homenagem o drma dos veteranos de guerra. o que me irritou foram cenas engraçadinhas demais num pei de cunho sério. Um dos pontos de destaque de Bones sempre foi mesclar assuntos sérios com uma pitada de humor. Vimos isso brilhantemente em outras temporadas não nesta.

Bones é muito mais que os momentos finais em que aparecem B&B. Relegar a série a somente este aspecto é empobrecer principalmente sua narrativa como um todo.

A season finale só mostrou o quanto faltou um roteirista de talento pra amarrar as pontas soltas da temporada e ainda nos instigar a querer ver a próxima. Mais uma vez falharam terrivelmente. Não vou nem entrar na discussão de B&B no epi porque não quero me estressar mais ainda. Alguma motivação pro ódio infinito do Pelant deveria ter sido apresentada. E esse arco só fez a maioria da audiência ficar letárgica com relação a ele. Se preso ele não pode ser, então vamos esperar pelo seu fim que deve vir por uma bala certeira.

Não vou desistir de Bones, mas sinceramente custo a acreditar que vou ter que comprar esta temporada para completar minha coleção de dvds…

E se eu pudesse pedir 2 presentes adiantados pro Papai Noel: VOLTA, CARLA KETTNER! E que as gêmeas que fazem o papel da Christine não sejam trocadas!

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Comic Con 2012, eu fui – parte 2

Neste post vou falar do evento em si. Peço desculpas porque ele está um pouco longo, enfim, espero que possa ajudar alguém.
Só lembrando que eu não fui a todos os dias, somente na 5a feira e no domingo.

Antes de chegar na CC organize-se. Monte a sua agenda ANTES da CC. Dias antes já se pode baixar um pdf dos painéis. E, se não me engano, havia um app também com esse objetivo. Daí você pode selecionar o que mais te interessa e traçar suas estratégias. Acredite, isso vai te poupar um tempo enorme. Além disso você poderá traçar planos pra seu dia. Lembre que nem sempre seu planejamento vai dar certo (painéis podem ser adiados, convidados substituídos), mas será mais fácil se localizar e saber as suas opções dentre os zilhões de minieventos que rolam por lá com um planejamento prévio. E sendo flexível, a coisa toda flui melhor 🙂

Leve dinheiro (cash) para suas compras dentro da CC. A maioria dos stands/booths não aceita cartão e quando aceita as filas são kilométricas. Evite mais outra fila: a dos caixas eletrônicos/atms dentro da CC e não corra o risco de chegar a sua vez e não ter mais cédulas disponíveis. O caixa eletrônico mais perto da CC não é tão perto assim, então, mais uma vez, organização é fundamental.

Ao chegar lá você já vai direto para fila que te interessa. Falar nisso, CC é meio sinônimo de fila. Relaxe, é assim mesmo. Furar fila? Um carinha tentou furar a fila bem na minha frente e atrás de umas mexicanas. Se deu mal poque existem check points da organização e todo mundo começou a gritar e ele saiu por livre espontanea pressão antes que fosse retirado.

Sobre o espaço: a infraestrutura do local é boa no que diz respeito à limpeza (inclusive dos banheiros), organização das filas que são muitas, ar condicionado geladinho, só não me aventurei a comer nada lá dentro porque já havia visto infos que a comida era cara e ruim. Levei minha comida comprada no super. A maioria faz isso, você não vai ser o único. Enfim, para o número de pessoas que se movimenta lá dentro, o espaço dá conta do recado.

Na 5a feira eu cheguei cedo e fui pra frente da entrada que ainda estava fechada. Sentei num dos bancos da parte interna. Inocentemente achei que poderia esperar a abertura ali… Uns 15 minutos antes da abertura me perguntaram se eu ia trabalhar, como eu disse que não, me colocaram pra fora. Nisso já estava bem cheio do lado de fora e eu fiquei na frente da multidão. Quando as portas foram abertas foi o estouro da boiada. Deu medo, mas nada como ter ido ao show da Madonna do Maracanã pra me dar uma certa experiência lol.

Painéis que eu assiti. 5a feira – Ballroom 20.
Psych/USA, Beauty and the beast/CW, Elementary/CBS e Dexter/Showtime com uma breve apresentação de Homeland.

Este foi o dia do painel de Twilight/Crepúsculo. Como era de se esperar, muita confusão inclusive uma pessoa morreu atropelada (antes da abertura da CC por isso que agora é proibido acampar por lá). Minha estratégia foi circular pelo exibithion hall (térreo) e por volta de meio dia ir pra fila. O painel de Twilight já teria terminado e eu não encararia a fila gigantesca dos fãs da saga. Minha estratégia deu certo e eu pude assistir ao último painel do dia que era o que eu realmente queria: Homeland/Dexter. Pra garantir, eu fui pra fila cedo. Pra mim a CC valeu por causa deste painel. Tudo perfeito. Atores entrosados, moderador excelente, perguntas relevantes da plateia. O clip mostrado com o que havia rolado até ali na série e uma prévia da temporada seguinte. Perfeito.

Painéis que assisti Domingo Hall H.
Supernatural/CW e Doctor Who/BBC America.
No domingo meu objetivo era assistir ao painel de Fringe, infelizmente não deu. Cheguei às 7:30h e a fila já estava GIGANTESCA. Relaxei porque mesmo que não conseguisse ver Fringe, os outros painéis do dia também me interessavam.
O pessoal de Supernatural circulou pelo final da fila agradecendo ao fãs pelo carinho. Achei legal da parte deles, mas eu não vi porque estava no início da fila, só ouvi a gritaria.
O pessoal de Doctor Who estava surpreso e até meio emocionado pelo sucesso da série nos EU.

Não vi Fringe, mas curti os outros painéis do dia e fiz mais umas comprinhas.

No domingo também assisti a um minipainel sobre composição de trilhas para tv. O espaço foi bem menos concorrido o que tornou tudo mais aconchegante e, consequentemente muito mais legal.

Os melhores itens da CC são os itens para colecionador, os da Dark Horse são uns dos mais disputados e lindos.

Por ter sido a minha primeira vez e ainda por cima sozinha, acho que não fiz feio.

Comic Con 2012, eu fui – parte 1

Em 2012 fui pela primeira vez à Comic Con, sozinha e com garra 😛
Estou acostumada a viajar sozinha, mas esta foi minha 1a vez nos Estados Unidos e o desafio de encarar o novo é sempre mais complicado.
Este post é pra descrever minha experiência e espero que possa ajudar alguém.
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Comprar os ingressos -que na CC são badges- é a parte mais estressante. Só consegui comprar pra 2 dois: 5a-feira e domingo, quando, na minha opinião, o melhor dia é sábado…

Eu fiquei num hotel a apenas 10 minutos a pé da CC e foi a melhor coisa que eu fiz.

[FAQ] Por quê?
Você vai depender o mínimo do transporte público leia-se trem/ônibus/transfer (o shuttle) gratuito que os hotéis em convênio com a CC oferecem até lá.
Vale lembrar que em 2012 as ruas próximas ao CC foram fechadas inclusive pra transporte público e táxis. Sendo assim, acho que carro também não é uma boa. Os estacionamentos são caros e longe da CC (e existe uma espécie de loteria pra eles também).
O objetivo deles é que se libere as ruas pra que as hordas (sim hordas!) possam se deslocar pela Gaslamp (bairro central de San Diego onde acontece a CC).

Ficar perto do CC garante economia de tempo e dinheiro (faça compras no supermercado mais próximo e evite filas dos restaurantes, por exemplo) além de permitir mais horas de descanso. E acredite com banho e descanso mais acessíveis, você vai curtir muito mais a CC :).

[FAQ] Ficar perto do CC não vai ser caro?
A CC é um evento caro. Não os ingressos, mas a logística do evento é cara, especialmente a estadia, sem falar que ela é em julho, alta temporada nos EU.
A título de comparação, eu paguei por 6 dias de hotel em San Diego o equivalente a 15 dias de hotel em NYC em julho. Sim, é caro.
E TODA viagem que se faz sozinha/o, sai mais caro mesmo, mas pra mim valeu ‘super a pena’ e foi um sonho realizado.

Na parte 2 vou falar da CC em si.

Bones 7a temporada

…but life is just a lot of loose ends
so smile…

Depois do epi da volta do Pops, decidi que ia relaxar.
Resolvi que as pontas soltas não iriam me fazer “discurtir” o meu seriado favorito. E foram muitas pontas soltas:

1. a falta de respeito da Fox em divulgar quantos epis a temporada teria e quando eles seriam exibidos;
2. a mudança, mais uma vez, de dia e horário na programação (péssima por sinal);
3. promos e sneak peeks que revelam demais;
4. o cabelo da Emily Deschanel nos epis (cada dia ele tá de um jeito e sim, isso também me irrita);
5. a falta de cuidado na edição das cenas em que a bebê aparece;
6. O relacionamento B&B que no início estava meio esquisito;
E outras coisinhas, mas vamos falar das coisas boas…

Melhor cena da temporada: o nascimento da baby Bones.

De início eu olhei de lado pro Pelant. O melhor vilão de Bones, na minha opinião, foi o Eppes. Gravedigger chegou em segundo lugar. O Broadsky eu nem respeito.  Agora o Pelant…
O final foi totalmente diferente do que eu esperava. E eu adorei.
Escrito pela minha roteirista favorita, Carla Kettner, a season finale deixou tudo em aberto. E me deixou muito intrigada e com muitas expectativas e dúvidas pra próxima temporada. Como a Brennan escritora e antropóloga reconhecida mundialmente vai conseguir se esconder com um bebê? Como ela vai lidar com a vida sem o Booth e a Angela por perto? Como será sua vida de fugitiva? Como ela e o Booth vão se comunicar durante esse período? Detesto especular, mas e se o Pelant fizer um dos dois acreditar que o outro morreu?

Os casos deixaram muito a desejar nesta temporada. E eu não me lembro de nenhum que tenha sido relevante a ponto de ter destaque aqui.
Mas como bem disse Caroline Julian:

As long as the Jeffersonian stays in the game, the good guys live to fight another day

São muitas as possibilidades que podem ser exploradas e que podem fazer da 8ª temporada uma das melhores na história de Bones.

E eu estou animadíssima com tudo isso!!

Bones temporada 6

créditos imagem: Fox

A poeira baixou. Ainda faltam alguns dias pro início da temporada 7. Chegou a hora de dar minha opinião sobre a última temporada de Bones.
Pra mim, sem dúvida, a temporada mais fraca exibida até hoje. De início, eu fui uma das primeiras a me empolgar com o surgimento da Hannah. Eu achava que ela daria uma boa chacoalhada na série. Doce engano. Afinal, quando um personagem é escrito, alguns pontos devem ser levados em consideração:

• Por que escrever sobre ele?
• Quais os motivos que o tornarão atraente pra a audiência?
• Que tipo de emoção ele vai despertar? Amor, ódio, repulsa?
• As pessoas realmente vão se emocionar com ele?
• O que a personagem deseja? Quais são seus objetivos (conscientes ou inconscientes)?

Eu, sinceramente, não consegui responder a nenhuma dessas perguntas. O que pra mim, caracteriza a personagem como total fail dentro do universo de Bones. O único sentimento que ela gerou em mim: indiferença. Afinal que mulher larga tudo pra ir atrás de um cara que conheceu numa zona de guerra, recebe um pedido de casamento e diz que não é pra ela? A verdade é que eu não entendi a mensagem que os roteiristas quiseram passar com a personagem o que me deixou bastante frustrada.

Hannah foi uma personagem perfeita. Bonita.Talentosa.Independente.Decidida. Eficiente. Amante e amiga. Não bastasse isso, a Brennan perto dela pareceu fraca, dependente e excessivamente caricata. E como a Brennan é minha personagem favorita, fique livre pra chegar à mesma conclusão que eu… A cena dos óculos foi uma das piores no sentido de confundir ainda mais um personagem que já não estava se fazendo entender. Triste.

Os casos investigados também não ajudaram. Chatíssimos e desinteressantes em sua imensa maioria.

Inesquecível mesmo na temporada foi o epi centrado na Brennan, ‘The doctor in the photo’ (epi 09). A cada vez que eu o revejo, percebo uma nuance na atuação da Emily Deschanel que não havia percebido anteriormente. Nele, ela prova que é uma excelente atriz ao nos mostrar um lado totalmente desconhecido e até enigmático da Brennan. Escrito por Carla Kettner o epi é uma viagem visceral da Brennan numa busca por si mesma. Quem ela é, suas opções de vida e quem ela gostaria de ser tendo como ponto de partida o corpo de uma médica. O epi também brinca com o que é realidade e o que é ‘viagem’ da cabeça da Brennan. Excelente. E se o mundo fosse justo e Fox gostasse de Bones, Emily teria faturado alguns prêmios. Até a promo da Fox ‘through Brennan’s eyes’ prova que quando eles estão a fim, eles sabem fazer um material de qualidade pra divulgar a série.

Outro epi que vale a pena ver e rever é ‘The signs in the silence’ (epi 21). No roteiro de Janet Lin e Stephen Nathan , uma menina surda é suspeita de um assassinato. O epi é estruturado de forma que, até o final, você não sabe se ela cometeu ou não o crime. Perfeito.

‘The hole in the heart’ (epi 22) é o penúltimo da temporada. Não me emocionei a ponto de chorar. Só gostaria de dizer que a Brennan é uma kinky girl e as pessoas fazem sexo sem nenhum nexo. Pra consolar, pra confortar e também pra despistar toda uma audiência sedenta por uns amassos e beijinhos.

Sobre o morto, o único squint que eu curto é o Wendell, o resto é passatempo. Falando nisso, até isso mudaram nesta temporada. Aquele squint que era fechadão (Clark Edison) virou shipper da Brennan e do Booth. Não poderia me importar menos com esse detalhe, mas que foi mais uma esquisitice, isso foi.

‘The change in the game’ (epi 23) o último da temporada. Mais um epi que segue a tradição de não ser bom a ponto de merecer ser uma season finale. E ninguém tira da minha cabeça que ele foi escrito aos 45 do segundo tempo e sem que soubessem se a Fox renovaria pra temporada seguinte. E boom: mama Bones, mama Emily e mama Angela. Sim, eu achei apressada e precipitada a inclusão da gravidez da ED na história. Vamos ver como a coisa vai se desenrolar.

Uma coisa que me incomodou e muito na 6ª temporada foi a mudança da dinâmica Booth & Brennan. Booth mudou muito em relação à ela. Mas ainda que eu concorde que o Booth não foi o mesmo com a Brennan, eu percebi que ele nunca olhou pra Hannah da maneira que ele sempre olhou pra Brennan. Nunca mesmo.
Mas onde foram parar as trocas de olhares, os carinhos ainda que implícitos nos raros momentos em que eles se abraçavam e se tocavam? Eu quero muito ver isso na próxima temporada. A mulher tá esperando um filho do cara, puxa vida!!

Não tenho expectativa nenhuma em relação à sétima temporada. Gostaria de ver ótimos roteiros, casos que despertassem minha curiosidade e o retorno de alguns personagens como o Gordon Gordon, Avalon Cindy Lauper e o Micah papai Mars. E espero, do fundo do meu coração, que o Sweets não seja a Hannah da próxima temporada atrapalhando o andamento da já complicada dinâmica B&B (torci tanto e em vão pelo morte dele!).
Pra quem curtiu a sexta temporada, meus sinceros parabéns!
Quero muito ver a sétima!! 🙂

Emmy 2010

Dessa vez vou direto ao assunto.
Vou jogar purpurina e puxar o saco de quem eu gosto. E descer a lenha em quem merece.
Afinal quem sai de casa com uma roupa dessas deve estar preparada, né não?

January Jones de Atelier Versace e Rita Wilson de Prada


É certeza que a January Jones respirou aliviada depois que viu a Rita Wilson com esse vestido de indescritível mau gosto.

Não sou um pessoa tendenciosa mas os melhores são…
Fiquei feliz por Breaking Bad ter levado os prêmios em drama. Pode-se notar pela foto que, além de talentosos, eles são cheirosos, simpáticos, gente boa, enfim mereciam ganhar!! E pra completar o seriado foi criado por uma das cabeças pensantes de Arquivo X. Não preciso falar mais nada.

Emily Deschanel foi escolhida a mais bem vestida (apesar de algumas línguas maldosas dizerem que ela reciclou o papel crepom). Carrega Bones nas costas e nunca foi indicada. Fica aqui o meu protesto!

Emily Deschanel de Max Azria Atelier e Aaron Paul e Bryan Cranston

Este post é uma homenagem a minha amiga Amy que tá de niver essa semana!

O que aconteceu comigo

Se eu tivesse com meu salto 10 isso não teria aontecido, mas de tênis...

A imobilização já foi retirada. A dor às vezes volta mas eu tô enrolada mesmo com o trabalho final da pós…
#PQP!!

Bones temporada 5

Pra complementar o outro post sobre Bones, lá vou eu falar da temporada 5.
A temporada começou com a especulação se a Emily Deschanel (ou a Brennan ou ambas) tava grávida. Isso porque uma semana antes de começar a filmar ela quebrou um dos dedos do pé, imobilizou a perna e obviamente ganhou uns quilinhos a mais em função de não poder se exercitar. A porcaria do departamento de figurino da Fox não soube levar a coisa e colocou a coitada com (às vezes) até 3 camadas de roupas e o uso de plano americano (cintura pra cima) só jogou lenha na fogueira. Até que a própria atriz resolveu dar uma declaração de que NÃO, ela não estava grávida. São nesses detalhes que a gente percebe que a Fox não tá nem aí pro seriado…

Os melhores:
*O melhor caso (só pra variar) foi o epi escrito pela Karine Rosenthal: The plain in the prodigy (S05E03). O roteiro explora com perfeição aspectos religiosos e filosóficos dos Amish, sem fazer drama barato ou julgamentos superficiais. Simplesmente maravilhoso.
*Por motivos afetivos-profissionais-sexuais [use sua imaginação aqui], eu amei A night at the Bones museum (S05E05). Ótimas piadas internas sobre museus e seus profissionais.
*Os convidados especiais: Cindy Lauper, maninha Deschanel, um dos Pistoleiros solitários de Arquivo X (os 2 últimos achei subutilizados), Família Booth (vozinho e Booth Light), o Freddy Kruger, Josh Malina dando um esporro épico na Brennan. Gordon Gordon aparece mais uma vez com uma voz da sabedoria pro Booth no epi 07. Ele alegra o meu coração. E me faz ver o quanto eu detesto o Sweets. Por que o Sweets o substituiu? Taí uma coisa que NÃO entra na minha cabeça. O FBI caiu muito desde Arquivo X , né, não?
Enfim, todos contribuíram pra fazer Bones ter uma unidade harmônica e muito legal!

O pior:
Sem sombra de dúvida o epi que promoveu Avatar. PÉSSIMO!!

Foi escrito de uma maneira muito muito inteligente, vou admitir, ainda que eu não tenha concordado totalmente com ele.
Na minha humilde opinião (de quem já viu váaarias séries durante váaarios anos), eles pecaram em não terem feito os personagens transarem pela primeira vez. O simples fato da transa ocorrer no passado aliviaria a barra no presente e consequentemente faria a audiência aceitar como mais plausível a season finale.
E outra: o Booth joga tudo em cima da Brennan e ainda manda um “dá ou desce” pra ela (essa é velha, mas cabe aqui)? E depois: “ah tá, então eu vou me adiantar já que não vai rolar nada”. Qual é Booth!…
Teoria da conspiração:
O epi originalmente começou a ser filmado em janeiro de 2010 e parte dele só foi finalizado nas comemorações do epi 100, ou seja, uma diferença de quase 4 meses entre início e fim. Por quê? Huum… Pensa junto comigo: originalmente eles pensaram em deixar que os personagens transassem. E gravaram a cena de, no mínimo, duas maneiras. Veja o epi e pare exatamente nos seguintes momentos 28:01/28:59/30:18 e 30:25. Repare como a gravata do Booth aparece de 2 maneiras diferentes (a pin up aparece na frente da gravata e depois aparece na parte de trás da gravata). Captou? Se a cena tivesse sido feita sem a grande diferença de tempo, não teria esse erro de continuidade que a edição (que pra mim é um dos grandes problemas em Bones) deixou uma lacuna pra se especular sobre a ideia original do epi.
Aliás a Brennan, que é muito bem resolvida no aspecto sexual, ao contrário do travado do Booth, não teria saído com aquele papinho de que “estou cheia de tequila nas idéias” (já que foi ela que começou tudo!). Seria legal eles ter acaontecido e no dia seguinte eles terem recebido um telefonema de que teriam que voltar a trabalhar juntos e então chegaríamos ao “impasse” atual.
Vale lembrar que isso tudo foi se juntando na minha cabeça depois do chat com a Marisa Roffman (da Korbi Tv) depois da season finale onde ela disse literalmente que: “muitas vezes os roteiristas são acusados injustamente pelo rumo de um programa quando na verdade a responsabilidade é da emissora.” Ou seja, ela disse que os roteiristas queriam colocar os dois juntos e a Fox não deixou. Mais claro impossível! Foi o maior bafo quando ela disse isso. E o meu coração que adora uma teoria da conspiração desde Arquivo X pulava de alegria dentro do meu peito!!

Season finale
Eu não sou daquelas que não gostou do epi porque não rolou nada entre eles.
Eu não gostei porque não apresentou nada de novo ou grandes expectativas pra próxima temporada. O caso foi chato, o relacionamento entre eles que vinha num crescente durante toda a temporada ficou estagnado, ou pior: regrediu. Aliás regrediu desde o epi 100, diga-se de passagem.

Olha, eu vou pruma selva e você vai pruma zona de guerra, mas daqui a um ano, nós nos reencontramos juntos e pelados até a eternidade, tudo bem?

Tá certo, eu avacalhei demais agora, mas eu não gostei disso. Mesmo.
Foi coerente com os personagens? Foi, mas não gostei.
Foi apenas mais do mesmo. Não sei o que poderia ter sido feito, mas eu não gostei do que vi.
Já que a temporada 5 foi bastante voltada pro relacionamento deles, por que no final não fazer algo diferente?
Repito que eu sou uma das poucas que não gostou pela qualidade do epi e não porque eles não beijaram, se abraçaram ou o que quer que seja!
Torço pra que a temporada 6 seja muito boa até porque Bones está entrando numa fase perigosa. De uma maneira geral, os atores depois da temporada 5 se cansam de fazer os mesmos papeis, ou exigem mais dinheiro na renovação de seus contratos ou os roteiristas (se não forem muito bons) não sabem mais o que desenvolver e aí vai tudo pro buraco (toc, toc, toc).
Não, não desisti de Bones. Nunca desisti de uma série que acompanho desde o início. Eu aturei Arquivo X até o final e até sem o Mulder.
Eu sei, eu sou uma heroína!

Sobre moda e afins

“Moda é de todos.
Estilo é individual.
Moda é informação.
Estilo é autoconhecimento.
Moda é imposição.
Estilo é libertação.”

Esse texto tava num cartão de final de ano (de um tempinho atrás) de uma das minhas lojas preferidas aqui no Rio: Novamente.
Hoje em dia todo mundo quer ser it-girl, antenado, chique e must-have it all, e eu fico pensando que pra ser uma lançadora de opinião (pessoas à frente do bando, qualquer que seja ele) não se deve pensar o momento. Essas pessoas conhecessem bem seu próprio estilo, não têm medo de errar ou parecerem ridículas. Se arriscam. Porque a moda também é estado de espírito, emoção e brincadeira. É uma pena que as pessoas, em especial as mulheres, estejam tão preocupadas em acertar sempre que não deixam espaço pra diversão e acima de tudo, aprendizado.
O dia que a mulherada perceber que do autoconhecimento vem a libertação, tudo vai ser muito mais divertido, inclusive na moda.

Alice no país das maravilhas, eu vi

da galeria do site Omelete

Ontem vi o filme do Tim Burton. O badalado Alice. Vi em 3d. Gostei. Simples assim. A história é uma mistura dos 2 livros, mas a peculiaridade tá no olhar sempre único do Tim Burton. E eu gosto do olhar dele que sempre traz pitadas de tristeza, questionamentos e um tantinho de morbidez. Em “Alice” não é diferente. Destaco a Helena Bonham Carter, amei o trabalho dela.  Amei também todo o conceito visual. Os efeitos visuais que eu mais gostei foram da Alice aumentando e diminuindo de tamanho exatamente como eu havia imaginado quando li o livro pela 1a vez ainda criança. Quanto ao Johnny Depp eu gostei visualmente, mas do trabalho dele, não, eu não gostei. Achei meio parecido com a Fábrica de chocolate inclusive a dancinha a la Michael Jackson (de novo? É, pois é!).   Apesar de ser da Disney, Alice não é um filme infantil no “estilo Disney”. Graças aos deuses porque esse era um dos meus medos quando soube do projeto.

Ouvi um cara na minha frente dizendo que não gostou porque não havia entendido. Dica: se você for esperando uma explicação pro(s) livro(s), desista. Esse não é o objetivo do filme. Ele foi feito pra ser curtido e foi isso que eu fiz, sem maiores “pretensões”.